Esperando o Dia de Esperar Ninguém

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Esperando o dia
De esperar ninguém
Esperando enfim
Nada mais além
Da esperança aflita
Bendita, infinita
Do apito de um trem 

(Pedro Pedreiro – Chico Buarque)

 

Atire a primeira pedra quem nunca desejou isso, ainda que com outras palavras.

 

 

 

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Palavras com Final Ía – índice

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Principal

http://mpbsapiens.com/vogal-i-1/

Posterior

http://mpbsapiens.com/s-iaca/

 

Como observei 14.602 palavras terminadas no som Ía, tive que distribuí-las em 40 diferentes postagens, com diferentes quantidades inferiores a 400 por postagem, por questões de conforto na consulta, limitações no meu equipamento e suporte do servidor. Dessa forma, aqui vai o índice com os respectivos endereços.

Devo lembrá-lo dos sons semelhantes escritos de formas distintas, portanto e por exemplo, caso a palavra procurada seja CAÇARIA, há uma grande chance dela estar próxima da palavra ASSARIA e vice-versa, o mesmo ocorrendo com os sons CH e X; Z e S etc.

 

 

De Ía até Alourecia

http://mpbsapiens.com/s-ia1/

De Tecia até Subdividia

http://mpbsapiens.com/s-ia2/

De Ribaldia até Ratafia

http://mpbsapiens.com/s-ia3/

De Chefia até Flexiologia

http://mpbsapiens.com/s-ia4/

De Encefalologia até Desconcilia

http://mpbsapiens.com/s-ia5/

De Filia até Vilania

http://mpbsapiens.com/s-ia6/

De Mania até Nauscopia

http://mpbsapiens.com/s-ia7/

De Rodopia até Desclassificaria

http://mpbsapiens.com/s-ia8/

De Ossificaria até Mazurcaria

http://mpbsapiens.com/s-ia9/

De Embarbascaria até Arruçaria

http://mpbsapiens.com/s-ia10/

De Daria até Estudaria

http://mpbsapiens.com/s-ia11/

De Cabearia até Prearia

http://mpbsapiens.com/s-ia12/

De Arrearia até Nuquearia

http://mpbsapiens.com/s-ia13/

De Vearia até Divulgaria

http://mpbsapiens.com/s-ia14/

De Angaria até Acanalharia

http://mpbsapiens.com/s-ia15/

De Coalharia até Estanharia

http://mpbsapiens.com/s-ia16/

De Ordenharia até Tripudiaria -

http://mpbsapiens.com/s-ia17/

De Fiaria até Espumejaria

http://mpbsapiens.com/s-ia18/

De Toscanejaria até Escafelaria

http://mpbsapiens.com/s-ia19/

De Gelaria até Anzolaria

http://mpbsapiens.com/s-ia20/

De Atiplaria até Enchusmaria

http://mpbsapiens.com/s-ia21/

De Ritmaria até Assassinaria

http://mpbsapiens.com/s-ia22/

De Atinaria até Transcoaria

http://mpbsapiens.com/s-ia23/

De Doaria até Engazuparia

http://mpbsapiens.com/s-ia24/

De Araria até Iraria

http://mpbsapiens.com/s-ia25/

De Airaria até Desembezerraria -

http://mpbsapiens.com/s-ia26/

De Abairraria até Supervisaria

http://mpbsapiens.com/s-ia27/

De Abalsaria até Folhetaria

http://mpbsapiens.com/s-ia28/

De Adietaria até Exultaria

http://mpbsapiens.com/s-ia29/

De Chibantaria até Enquartaria

http://mpbsapiens.com/s-ia30/

De Libertaria até Deslavaria

http://mpbsapiens.com/s-ia31/

De Desbravaria até Profissionalizaria -

http://mpbsapiens.com/s-ia32/

De Despersonalizaria até Automatizaria

http://mpbsapiens.com/s-ia33/

De Espermatizaria até Carroceria

http://mpbsapiens.com/s-ia34/

De Parceria até Atreveria

http://mpbsapiens.com/s-ia35/

De Viveria até Aderiria

http://mpbsapiens.com/s-ia36/

De Feriria até Subdiretoria

http://mpbsapiens.com/s-ia37/

De Pretoria até Agnatia

http://mpbsapiens.com/s-ia38/

De Apatia até Lixivia

http://mpbsapiens.com/s-ia39/

De Solvia até Desluzia

http://mpbsapiens.com/s-ia40/

 

 

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Meia-Noite (Chico Buarque e Edu Lobo) – letra e música

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Música – Meia noite

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Música integrante da peça O Corsário do Rei, de Augusto Boal.

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Se a noite não tem fundo
O mar perde o valor
Opaco é o fim do mundo
Pra qualquer navegador
Que perde o oriente
E entra em espirais
E topa pela frente
Um contingente
Que ele já deixou pra trás

Os soluços dobram tão iguais
Seus rivais, seus irmãos
Seu navio carregado de ideais
Que foram escorrendo feito grãos
As estrelas que não voltam nunca mais
E um oceano pra lavar as mãos

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Hino da Repressão – Chico Buarque

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Música - Hino da Repressão

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Esta é uma outra versão, do original Hino de Duran na peça Ópera do Malandro, feita para o posterior filme homônimo:

 

Se atiras mendigos
No imundo xadrêz
Com teus inimigos
E amigos talvez
A lei tem motivos
Pra te confinar
Nas grades do teu próprio lar
a
Se no teu distrito
Tem farta sessão
De afogamento, chicote
Garrote, punção
A lei tem caprichos
O que hoje é banal
Um dia vai dar no jornal
a
Se manchas as praças
Com teus esquadrões
Sangrando ativistas, cambistas
Turistas, peões
A lei abre os olhos
A lei tem pudor
E espeta o seu próprio inspetor
a
E se definitivamente a sociedade
Só te tem desprezo e horror
E mesmo nas galeras és nocivo
És um estorvo, és um tumor
Que Deus te proteja
És preso comum
Na cela faltava “esse um”.

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Na Carreira (Chico Buarque e Edu Lobo) – letra e música originais

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Música - Na Carreira

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Quando escreveu Pedro Pedreiro,  Chico manteve-se preso à ideia de imitar o som do Trem, do Que já vem, que já vem, que já vem…; só que pela melodia. Tentou algo acelerando a Roda Viva no final, mas só conseguiu escutar a sua idéia original quando o Edu Lobo lhe mostrou os arranjos da introdução orquestrada desta música. Os sons são os do próprio trem iniciando a marcha.

Pelos acordes, suspeito que o Edu tenha se inspirado nos sons do trem do desenho Dumbo, de Walt Disney, mas caiu muito bem no Trem do Pedro Pedreiro interior do Chico.a

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Pintar, vestir
Virar uma aguardente para a próxima função
Rezar, cuspir
Surgir repentinamente na frente do telão
Mais um dia, mais uma cidade pra se apaixonar
Querer casar
Pedir a mão
a
Saltar, sair
Partir pé ante pé antes do povo despertar
Pular, zunir
Como um furtivo amante antes do dia clarear
Apagar as pistas de que um dia ali já foi feliz
Criar raiz
E se arrancar
a
Hora de ir embora, quando o corpo quer ficar
Toda alma de artista quer partir
Arte de deixar algum lugar
Quando não se tem pra onde ir
a
Chegar, sorrir
Mentir feito um mascate quando desce na estação
Parar, ouvir
Sentir que tatibitati que bate o coração
Mais um dia, mais uma cidade para enlouquecer
O bem querer
O turbilhão
a
Bocas, quantas bocas a cidade vai abrir
Pr’uma alma de artista se entregar
Palmas pro artista confundir
Pernas pro artista tropeçar
a
Voar, fugir
Como o rei dos ciganos quando junta os cobres seus
Chorar, ganir
Como o mais pobre dos pobres dos pobres dos plebeus
Ir deixando a pele em cada palco e não olhar pra trás
E nem jamais
Jamais dizer
Adeus

 

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