Métrica (exemplos)

           

A Métrica é o estudo do número de sílabas poéticas do verso que determinam 
o seu comprimento. Também conhecida como Metrificação. Exemplos: 
Va / mos / ver / quan / to / me / de-es / te / ver / so  -  9 sílabas
Is / so-é / / tri / ca  - 3 sílabas
Sempre é bom lembrar que a contagem das sílabas de um verso vai até a sua
última Sílaba Tônica. Todas as possíveis sílabas átonas após a última tônica do
verso não fazem parte da contagem.
 

             
  del.icio.us isto!

24 Respostas até o momento »

  1. 1

    ingrid said,

    dezembro 5, 2009 @ 5:28 pm

    essse metrificaçao e muito dificil ?

  2. 2

    admin said,

    dezembro 5, 2009 @ 6:42 pm

    Ingrid:

    Pode ser que eu tenha explicado de forma difícil, mas se você me disser quais são as suas dúvidas, terei o maior prazer em ajudá-la.

    Grato pelo comentário.
    Dalton.

  3. 3

    Ana Ribeiro said,

    dezembro 11, 2009 @ 8:34 pm

    Boa noite preciso da sua ajuda tenho um verso mas não sei quais são as sílabas métrícas do seguinte poema:

    Espero
    Espero sempre por ti o dia inteiro,
    Quando na praia sobe, de cinza e oiro,
    O nevoeiro
    E há em todas as coisas o agoiro
    De uma fantástica vida.

    Sophia de Mello Breyner

    Se pudesse ajudar agradecia que envia-se para o mail
    Obrigada

  4. 4

    admin said,

    dezembro 12, 2009 @ 8:07 am

    Ana:

    Já foi por email a análise.

    Boa Sorte.
    Dalton.

  5. 5

    Marcela said,

    maio 16, 2010 @ 6:08 pm

    Me ajuda com um poema do Vinicius de Moraes?

    Minha Mãe,manda comprar um quilo de papel almaço na venda
    Quero fazer uma poesia.
    Diz a Amélia para preparar um refresco gelado
    E me trazer muito devagarinho.

    Como faço a métrica ?

  6. 6

    admin said,

    maio 16, 2010 @ 8:47 pm

    Marcela:

    Não conheço esse poema do Vinícius.
    Esse poema foi escrito assim dessa forma mesmo?
    Será que você copiou o poema direito?

    Por gentileza, dê uma conferida no poema, que deve ter um nome, e traga-o aqui novamente que terei o maior prazer em ajudá-la, inclusive ensinando como calcular a Métrica, certo?

    Fico esperando.
    Dalton.

  7. 7

    ceifador said,

    maio 30, 2010 @ 3:55 pm

    faz a metrificação destes poemas pra mim agora!!!!!!!!!!!!!

    AQUÁRIO

    Se o que se quer é a boa esposa
    A aquariana pousa.
    Se o que se quer é uma outra coisa
    A aquariana ousa.
    Se o que se quer é muito amor
    A aquariana
    É a mulher macho sim senhor.
    Porém não são possessivas
    Nem procuram dominar
    Ou são meigas e passivas
    Ou botam para quebrar.

    GÊMEOS
    A mulher de gêmeos
    Não sabe o que quer
    Mas tirante isso
    É uma boa mulher.
    A mulher de gêmeos
    Não sabe o que diz
    Mas tirante isso
    Faz o homem feliz.
    A mulher de gêmeos
    Não sabe o que faz
    Mas por isso mesmo
    É boa demais.

    *PEIXES*

    Mulher de Peixe… peixe é
    Em águas paradas não dá pé
    Porque desliza como a enguia
    Sempre que entra numa fria.
    Na superfície é sinhazinha
    E festiva como a sardinha
    Mas quando fisga um namorado
    Ele está frito, escabechado.
    É uma mulher tão envolvente
    Que na questão do Paraíso
    Há quem suspeite seriamente
    Que ela era a mulher e a serpente.
    Seu Id: aparentar juízo
    Seu Ego: a omissão, o orgulho
    Sua pedra astral: a ametista
    Seu bem: nunca ser bagulho
    Sua cor: o amarelo brilhante
    Seu fim: dar sempre na vista.

    *CÂNCER

    Você nunca avance
    Em uma mulher de câncer.
    Seu planeta é a lua
    E a lua, é sabido,
    Só vive na sua.
    É muito apegada
    E quando pegada
    Pega da pesada.
    É a mulher que ama
    Com muito saber
    No tocante à cama
    Não sei lhe dizer…

    *SAGITÁRIO*
    (de 22 de novembro a 21 de dezembro)

    As mulheres sagitarianas
    São abnegadas e bacanas
    Mas não lhe venham com grossuras
    Nem injustiças ou censuras
    Porque ela custa mas se esquenta
    E pode ser muito violenta.
    Aí, o homem que se cuide…
    - Também, quem gosta de censura!
    Vinícius de Moraes

    *TOURO*
    (de 21 de abril a 20 de maio)

    O que é que brilha sem
    Ser ouro? – A mulher de touro!
    É a companheira perfeita
    Quando levanta ou quando deita.
    Mas é mulher exclusivista
    Se não tem tudo faz a pista.
    Depois que dona de casa…
    E a noite ainda manda brasa.
    Sua virtude: a paciência
    Seu dia bom: a sexta-feira
    Sua cor propícia: o verde
    As flores dos seus pendores:
    Rosa, flor de macieira.

    *LIBRA*
    (de 23 de setembro a 22 de (outubro)

    A mulher de libra
    Não tem muita fibra
    Mas vibra.
    Quer ver uma libriana contente?
    Dê-lhe um presente.
    Quando o marido a trai
    A mulher de libra
    balanças, mas não cai.
    Se você a paparica
    Ela fica.
    Com librium ou sem librium
    Salve, venusina
    Que guarda o equilíbrio
    Na corda mais fina.
    Vinícius de Moraes

    *CAPRICÓRNIO*
    (de 22 de dezembro a 20 de janeiro)

    A capricorniana é capricornial
    Como a cabra de João Cabral.
    Eu amo a mulher de capricórnio
    Por que ela nunca lhe põe os próprios.
    A caprina é tão ciumenta
    Que até o ciúmes ela inventa.
    Mulher fiel está aí: é cabra
    Só que com muito abracadabra.
    Suas flores: a papoula e o cânhamo
    De onde vem o ópio e a maconha
    Ela é uma curtição medonha
    Por isso nos capricorniamos.

    *LEÃO*
    (de 22 de julho a 22 de agosto)

    A mulher de leão
    Brilha na escuridão.
    A mulher de leão, mesmo sem fome
    Pega, mata e come.
    A mulher de leão não tem perdão.
    As mulheres de leão
    Leoas são.
    Poeta, operário, capitão
    Cuidado com a mulher de leão!
    São ciumentas e antagônicas
    Solares e dominicais
    Ígneas, áureas e sardônicas
    E muito, muito liberais.

    *ÁRIES*
    (de 21 de março a 20 de abril)

    Branca, preta ou amarela
    A ariana zela.
    Tem caráter dominador
    Mas pode ser convencida
    E aí, então, fica uma flor:
    Cordata… E nada convencida.
    Porque o seu denominador
    É o amor.

    *ESCORPIÃO*
    (de 23 de outubro a 21 de novembro)

    Mulher de escorpião
    Comigo não!
    É Abelha Mestra
    É a Viúva Negra
    Só vai de vedete
    Nunca de extra.
    Cria o chamado conflito
    de personalidades.
    É mãe tirana
    Mulher tirana
    Irmã tirana
    Filha tirana
    Neta tirana
    tirana tirana.
    Agora, de cama diz
    que é boa paca.
    Vinícius de Moraes

    *VIRGEM*
    (de 23 de agosto a 22 de setembro)

    Se Florence Nightingale era Virgem
    Não sei… Mas o mal é de origem.
    A mulher de virgem aceita a amante
    Isto é: desde que não a suplante.
    Sexo de consumo, pães-de-minuto
    Nada disso lhe há de faltar
    O condomínio é absoluto
    A virgem é mulher do lar.
    Opala, safira, turquesa
    São suas pedras astrais
    Na cuca muita esperteza
    Na existência muita paz.

  8. 8

    admin said,

    maio 30, 2010 @ 7:57 pm

    ceifador:

    Se você me pedisse a ajuda que necessita, de acordo com a minha disponibilidade de tempo, eu a daria com prazer, mas não sou empregado seu, portanto vá dar ordens em outro local.

    Se você conseguir um pouco mais de educação, me procure novamente, quem sabe eu consiga um pouco de disposição.
    Dalton.

  9. 9

    Georges said,

    junho 5, 2010 @ 8:56 am

    Interessantíssimo!

    Até porque, estando eu num curso nocturno, actualmente estamos dando a métrica e tipos de rimas ( Disposição, Acentuação e Riqueza ), e tenho tido dificuldades precisamente na métrica e na definição da Riqueza dos versos.

  10. 10

    admin said,

    junho 5, 2010 @ 3:51 pm

    Georges:

    Fico feliz com a notícia de que algum curso de Língua Portuguesa ainda trabalhe com o tema Versificação, que havia sido abandonado nas escolas.

    Sugiro também a leitura sobre Escandir-Escansão, como reforço do que você viu em Métrica, bem como todos os tipos de Rimas, quanto à Colocação e Qualidade.

    Grato pela visita e bom estudo.
    Dalton.

  11. 11

    jose carlos said,

    outubro 31, 2010 @ 3:24 pm

    tenho um poema q ñ consiga fazer sua metrica poderia me ajudar por favor….

    Saudade

    Belos amores perdidos,
    Muito fiz eu com perder-vos;
    Deixar-vos, sim: esquecervos
    Fora demais, não o fiz.

    Tudo se arranca do seio,
    — Amor, desejo, esperança…
    Só não se arranca a lembrança
    De quando se foi feliz.

    Roseira cheia de rosas,
    Roseira cheia de espinhos,
    Que eu deixei pelos caminhos,
    Aberta em flor, e parti:

    Por me não perder, perdi-te:
    Mas mal posso assegurar-me,
    — Com te perder e ganhar-me,
    Se ganhei, ou se perdi…

    Dona Flor

    Ela é tão meiga! Em seu olhar medroso
    Vago como os crepúsculos do estio,
    Treme a ternura, como sobre um rio
    Treme a sombra de um bosque silencioso.

    Quando, nas alvoradas da alegria,
    A sua boca úmida floresce,
    Naquele rosto angelical parece
    Que é primavera, e que amanhece o dia.

    Um rosto de anjo, límpido, radiante…
    Mas, ai! sob êsse angélico semblante
    Mora e se esconde uma alma de mulher

    Que a rir-se esfolha os sonhos de que vivo
    — Como atirando ao vento fugitivo
    As folhas sem valor de um malmequer…

    (VERSOS DA MOCIDADE)

  12. 12

    admin said,

    outubro 31, 2010 @ 7:36 pm

    Jose Carlos:

    Só poderei lhe dar uma resposta à partir de quarta-feira, já que estou viajando e o poema merece uma análise mais criteriosa quanto aos Redondilhas Maiores e os Hendecassílabos utilizados.

    Peço que aguarde.

    Grato pela confiança.
    Dalton.

  13. 13

    admin said,

    novembro 4, 2010 @ 6:17 pm

    Jose Carlos:

    Não vi nenhuma irregularidade métrica nos dois poemas apresentados. Quanto às rimas, só o primeiro poema poderia merecer àlgumas correções, já que, no segundo, um Soneto Italiano, houve um excelente trabalho de Rimas Opostas em versos decassílabos Heróicos com os tercetos devidamente interligados pelas mesmas.

    Quando li pela primeira vez e comentei sobre os hendecassílabos, o fiz com a pressa de quem aproveitou uma brecha em computador alheio, portanto, me perdoe pelo engano anterior.

    Grato pela visita e volte sempre.
    Dalton.

  14. 14

    Raiza said,

    abril 2, 2011 @ 11:47 am

    Olá , tudo bem?
    então, eu sempre gostei mto de escrever, mas sabe aquelas pessoas que escreve sem se preocupar com pontuações e etc… então, eu escrevia assim, só que agora além de estar no 3° ano e saber que é muito importante eu conhecer regras, preciso tbm fazer trabalhos e etc.
    tenho 3 poemas pra fazer, a principio achei que seria fácil,pois eu ia apenas escrever mas resolvi pesquisar e conheci coisas que nunca aprendi. queria muito sua ajuda, neste poema, não sei se vai ser meu trabalho, mas vai ser ótimo aprender nele e práticar nos outros… não sei como fazer a métrica.

    “Minha liberdade pra você é alienação
    A sua pra mim é falta de coragem
    Buscando apenas a falsidade
    Com dinheiro na mão…

    Você busca sua prisão
    logo ela chegará,
    Sua liberdade e sonhos
    com ela levará;

    Sejas mais forte que sua fraqueza
    Mande embora a tentação;
    Busque a liberdade que insiste brotar no seu coração

  15. 15

    Raiza said,

    abril 2, 2011 @ 11:52 am

    Olá , tudo bem?
    então, eu sempre gostei mto de escrever, mas sabe aquelas pessoas que escreve sem se preocupar com pontuações e etc… então, eu escrevia assim, só que agora além de estar no 3° ano e saber que é muito importante eu conhecer regras, preciso tbm fazer trabalhos e etc.
    tenho 3 poemas pra fazer, a principio achei que seria fácil,pois eu ia apenas escrever mas resolvi pesquisar e conheci coisas que nunca aprendi. queria muito sua ajuda, neste poema, não sei se vai ser meu trabalho, mas vai ser ótimo aprender nele e práticar nos outros… não sei como fazer a métrica.

    “Minha liberdade pra você é alienação
    A sua pra mim é falta de coragem
    Buscando apenas a falsidade
    Com dinheiro na mão…

    Você busca sua prisão
    logo ela chegará,
    Sua liberdade e sonhos
    com ela levará;

    Sejas mais forte que sua fraqueza
    Mande embora a tentação;
    Busque a liberdade que insiste brotar no seu coração”

  16. 16

    admin said,

    abril 2, 2011 @ 6:53 pm

    Raiza:

    Ando meio fora daqui por motivos profissionais, e isso creio justificar a demora na resposta, mas nada impede que eu avalie melhor o seu poema amanhã.

    Peço então um pouco de paciência.

    Grato pela confiança e aguarde.
    Dalton.

  17. 17

    admin said,

    abril 3, 2011 @ 9:30 am

    Raiza:

    Quando queremos dispor um texto em versos, e essa idéia objetivar transformá-lo em Poema, tem que obedecer a primeira das regras:

    As 14 sílabas poéticas são o limite entre o Poema e a Prosa.

    O seu poema já começa com um verso de 15 sílabas. É legal misturar versos com distintos comprimentos numa estrofe, desde que se tome cuidado com os Ritmos definidos pelas posições das sílabas tônicas neles.

    Antes de tentar trabalhar com versos longos, sugiro que você se exercite nos curtos. Inicialmente só se preocupando com os comprimentos, posteriormente com a distribuição das sílabas. Por exemplo:

    Vo/cê/ a/cha/ que-a/ mi/nha/ li/ber/da/de
    É/ só/ fru/to/ da/ a/li/e/na/ção
    Mas/ eu/ sin/to-em/ vo/cê/ a/ fal/si/da/de
    De/ se/ di/zer/ tão/ li/vre/, mas/ co/var/de
    Co´a/ co/ra/gem/ do/ di/nhei/ro/ na/ mão

    Perceba que eu peguei o mesmo pensamento original e o reescrevi em decassílabos.

    Tratei de regras e dicas noutras postagens, portanto sugiro que pesquise em Ciência Poética, ou mesmo Glossário Poético, postados no cabeçalho da página principal do Sapiens, preferencialmente iniciando por A Sílaba Poética e Sua Métrica.

    Grato pela confiança e bom estudo.
    Dalton

  18. 18

    Raiza said,

    abril 3, 2011 @ 9:25 pm

    Ah muito Obrigada mesmo, vc me ajudou muito. =))

  19. 19

    Raiza said,

    abril 3, 2011 @ 10:45 pm

    outra coisinha: como eu posso conseguir fazer a metrificação do resto? tem algum segredo ? =)

  20. 20

    admin said,

    abril 4, 2011 @ 8:35 am

    Raiza:

    Findei a resposta anterior a você com o seguinte recado:

    “Tratei de regras e dicas noutras postagens, portanto sugiro que pesquise em Ciência Poética, ou mesmo Glossário Poético, postados no cabeçalho da página principal do Sapiens, preferencialmente iniciando por A Sílaba Poética e Sua Métrica.”

    Quando fiz aquele ajuste na primeira estrofe do seu poema, apenas queria dar-lhe um início de aprendizado.

    Você quer aprender a fazer poemas ou apenas quer que eu resolva o seu poema inteiro?

    Faço essa pergunta porque costumo agir nos dois casos com o mesmo empenho. Alguns leitores me procuram pela segunda possibilidade, resolvo o problema quando posso e pronto. Outros querem aprender, então, pacientemente, vou dando dicas à proporção em que mostram evolução.

    Em qual caso você se encaixaria melhor?

    Pode dizer, pois já estou acostumado a lidar com as duas possibilidades.

    Grato pela confiança e volte sempre.
    Dalton.

  21. 21

    Raiza said,

    abril 4, 2011 @ 11:12 pm

    Olha, eu estudei muitas postagens suas, até antes mesmo de te pedir ajuda, quando vc fez a metrificação da 1° estrofe, vc disse que tinha reescreveu em decassílabos, ai eu vi uma postagem sua que vc fala sobre decassílabos e entre outros, então tentei fazer a metrificação das demais e não consegui, eu li umas coisas sobre sílaba átona e não sei o que é, na verdade não consegui entender se é toda sílaba que conta ou tem uma ou outra que não, tenho dificuldade nisso, nunca aprendi isso no colégio e se estou aqui é por que quero sim aprender, só que não sei como fazer do resto das estrofes, não quero tbm que fica uma estrofe diferente da outra e muito menos entregar um trabalho que não foi eu que fiz e sim vc. Muito Obrigada por sua ajuda.

  22. 22

    admin said,

    abril 5, 2011 @ 12:40 pm

    Raiza:

    Perdoe a demora na resposta, pois ando meio atarefado. Farei então o restante do poema e explicarei um pouco mais sobre as Sílabas Poéticas na Métrica.

    Aguarde.
    Dalton.

  23. 23

    Raiza said,

    abril 5, 2011 @ 11:07 pm

    Não se preocupe, obrigada pela atenção, mas eu vou tentar fazer o resto. Beijos,
    Mais uma vez Obrigada!

  24. 24

    Raiza said,

    abril 5, 2011 @ 11:09 pm

    Não se preocupe, eu vou tentar fazer o resto do poema, a explicação sobre a sílaba poética eu queria mesmo, não precisa ter pressa. Obrigada mais uma vez!

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