Archive for Versificação
Verso Ropálico (exemplos)
O Verso Ropálico o que apresenta crescimento, ou diminuição, gradativos de
uma sílaba na sequência das palavras que o compõem. Exemplos:
Não / pos so / en ten der - 1-2-3
Ta ci tur na / mul ti dão / lou ca / só - 4-3-2-1
Que / jun ta / mu lhe res / his té ri cas – 1-2-3-4
Ma ra vi lho sas / pre fe rin do / en con trar / ho mens / vãos – 5-4-3-2-1
Embora os versos Ropálicos tenham ficado mais famosos pelos poetas da Sátira
Parnasiana, surgiram na Grécia Clássica – Rhopalikós – cujos poemas hilários
deram origem tanto às Cantigas de Escárnio quanto à Sátira Trovadorescas,
cujas evoluções parnasianas fizeram por reconstituir o original verso grego,
só que, além da regra original, a primeira palavra teria só uma sílaba.
Verso Regular (exemplo)
Verso Regular é um nome popular do Poema Regular, que apresenta versos com idênticos comprimentos. Exemplo:
http://mpbsapiens.com/madalena-foi-pro-mar/
Verso Palíndromo (exemplos)
Verso Palíndromo é aquele que pode ser lido tanto da esquerda para a direita,
quanto da direita para a esquerda com a mesma sequência nas letras, ou
caracteres alfabéticos. Também conhecido pelos nomes de Verso Anacíclico e
Verso Sotádico. Exemplos:
Até Reagan sibarita tira bisnaga ereta (Chico Buarque).
A cera causa a sua careca (anônimo, mas mereceu registro)
Ver Também
Verso Livre
Temos para o Verso Livre dois conceitos atrelados a dois Movimentos Literários:
Verso Livre Parnasiano – O Parnasianismo Brasileiro foi quem primeiro tratou do Verso Livre, como resultado do Poeta Livre, que teve, a partir de então, a possibilidade de escolha entre o Verso Regular ou o Verso Irregular. Uma vez definida a forma, o poema teria que ser inteiro nela.
Verso Livre Modernista- O poeta deveria fazer o poema com versos escorados somente no Equilíbrio Semântico, estando proibido de usar alguns recursos poéticos, como Cavalgamento e Rimas.


































