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Agradecimentos Aos Navegantes Sapiens

Quando pedi uma ajuda aos Navegantes do MPB Sapiens para mantê-lo
isento das propagandas comerciais ao redor, que confundem os conteúdos 
culturais, fí-lo desta forma:
http://mpbsapiens.com/aos-navegantes-do-mpb-sapiens/
 
…Quando forem executar àlguma operação financeira em cxs. eletrônicos 
dos bancos, ou da internet, lembrem deste que os serve com alguma ajuda, 
que se torna efetiva diante de um depósito qualquer na conta abaixo:
 
Cx.Econ. Federal ag.2152 operação 013 – cc 00042465-4 – Dalton B.S.
 
Recebi algumas colaborações que me permitiram maior tempo para as 
postagens, portanto sou grato aos que as fizeram, renovo ao pedido anterior
e agradeço às possíveis ajudas futuras nesta nova, e talvez inédita, forma de
Permuta Cultural.
 
Dalton.

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Aos Navegantes do MPB Sapiens

 

O conteúdo informativo do espaço cultural MPB Sapiens me exigiu anos de
estudo, os quais passo gratuitamente a cada um de vocês que me honram com
suas visitas, quer para atender às simples curiosidades, quer para pesquisas, ou
mesmo para que copiem o conteúdo e coloquem em seus respectivos blogs
como textos próprios, pois mostram resultado cultural, ainda que oportunista.
Esse aspecto último incomoda um pouco, talvez por um breve ciúme do que
me é próprio sendo usado por terceiros. Enquanto tudo isso se resumir à 
simples informação é apenas deselegante, mas no momento em que o blog
se destinar a parcerias comerciais, a deselegância vira roubo, já que a proposta
deste dono da informação copiada, transformada em própria e financeiramente
lucrativa, não obedece às práticas comerciais vigentes sobre a Cultura.
O material que tenho a passar é bem vasto e suponho duradouro. Pode vir com
maior ou menor velocidade, o que é determinado pela minha presença diante do
PC editando textos, e isso custa, no mínimo, a manutenção do meu dia a dia.
Não pretendo submeter este nosso espaço cultural a um monte de propagandas
circundando a cada postagem, pois além de dar à página um visual feio e tirar
a atenção do leitor, como Educador nunca concordei que Cultura seja matéria-
prima negociável, mas sim permutável, como já devem ter presumido pelos
textos das postagens.
Proponho então uma parceria com os senhores que se usam destas informações:
Quando forem executar àlguma operação financeira, em caixas eletrônicos dos
bancos ou da internet, lembrem deste que os serve com alguma ajuda, que se 
torna efetiva diante de um depósito qualquer na conta abaixo:
 
Cx. Econ. Federal ag.2152 operação 013 - cc 00042465-4 – Dalton B.S.
 
 
P.S. A vocês que copiam para colar nos blogs próprios como textos seus, cabe
a seguinte sugestão: – Mudem, ao menos, os textos originais!

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Aprender a Fazer Poemas

ver – > http://mpbsapiens.com/construindo-o-poema/

Vejo muitos leitores querendo aprender a construir os seus textos em versos, em estrofes, enfim, em poemas.

A Você, leitor que queira aprender a fazer Poesia, abro aqui um espaço destinado ao aprendizado do assunto.

Usem os comentários abaixo, escrevam suas dúvidas e verão que é bem mais fácil do que parece.

Boa Sorte!

Ver  http://mpbsapiens.com/como-fazer-um-verso-licao-1/

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Em Legítima Defesa

11.3.09

Chico versus Versos

Leitor recomenda este blog (link), do professor Dalton, e detalha: ele mora em São Paulo, mas já morou em Curitiba e administrou fazendas no Paraná. “Como já li artigos e críticas de outros autores sobre a obra de Chico Buarque, nem sempre concordo com o ponto de vista dele, mas também já me encantei com alguns de seus pontos de vista. Uma curiosidade: em 97 houve um concurso interno na Mangueira para escolher o samba enredo de 1998, ano em que Chico foi o homenageado. O Dalton concorreu com o pseudônimo “Netinho da Miúda”. O samba dele é bem elaborado, e assim como um terceiro que conheço também foi eliminado. O samba vencedor, mais simples, é daqueles com refrão fácil e previsível. Os três que conheço são muito bons, mas creio que os jurados foram sábios ao escolher um mais simples, que caiu facilmente na boca do povo e ajudou a Mangueira vencer naquele ano. O professor ficou revoltado, pisou na bandeira verde e rosa, foi embora e nunca mais voltou na quadra. Bafão!”.

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Meu Samba na Mangueira em 98

Para ouvir ->    Mangueira Carnaval – 98   
Enredo: Chico Buarque da Mangueira. 
Compositores: Gilma Sumáia, Regina Macedo, Barbosa e Netinho da Miúda (Dalton).
          
Fala História, vem contar
Brasil, fonte mil de inspirações
Da vida e arte de um gênio popular
Na poesia das canções
         
Partiu, Quem Te Viu?
Pra esperar o sol nascer
Quem Te Vê?
No raiar de um novo dia
Que a mentira ousa (usa) esconder (meu pai)
         
Meu pai quem Vai Passar?
O Cálice, memória da razão
Vem cantar c´o povo
Que maltratado na opressão
Hoje é a glória da nação
    
Refrão 1  (duas vezes)
Olha o drible do malandro
Fez que foi depois voltou
Roda a Vida do seu canto
E a torcida grita: Gol! (e da mulher)
    
Da mulher foi buscar
Na Gota D´Água o Jasão sambista
Pra Ópera do botequim então juntar
O Malandro e o artista
Garoto e poetinha
Gente Humilde a desfilar
Maroto esse sambinha
Meu (num) Brasil do Calabar (menino meu)
Menino meu, vadio
Mangueira sempre aberta pra lhe ver
Obrigado Meu Guri
À poesia Basta Um Dia nascer
Vem sem mentir pra você
    
Refrão 2  (duas vezes)
Chico Buarque da Mangueira
Vem co´A Banda da vitória
Parabéns minha Mangueira (Parabénstação Primeira)
Sete décadas de glória (eu falei)
 
                   
Notas. Embora a letra original da gravação seja a cantada, os demais responsáveis pela composição decidiram mudá-la, quando a letra original apresentava: 
Que a mentira usa esconder – embora o termo “ousa” cause mais impacto, fugia dos propósitos objetivos do texto, que se referia ao relato cotidiano do Chico com relação à imprensa. 
Num Brasil do Calabar – Embora o termo “Meu” fosse mais carinhoso, o propósito era justamente o inverso, o da denúncia de um Cotidiano Traidor, tanto por parte da imprensa, quanto por parte do artista que a escutando calado se tornava cúmplice no Delito Social.    
Parabénstação Primeira – Um nobre recurso poético, de fusão silábica (parabéns + estação), trocado por uma repetição nas Rimas, que ainda por cima tornou o verso Manco, ao dar-lhe uma sílaba a mais que os companheiros Redondilhas da estrofe. Tentei manter mas não consegui. 
Meus agradecimentos aos amigos do orkut Nélia Bezerra, Guilherme Tauil e Maurício Azanha; pelo resgate da gravação original, ocorrida em1997.

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