Archive for Estrofes

Estrofe Oitava (exemplo)

             

É a estrofe que contém oito versos. Exemplo:
                
A-Estrofe-Oitava trás no próprio nome
Com quantos versos ela se completa
Nenhum verso lhe sobra-ou lhe consome
São oito nada menos ou repleta
Com sete versos ou talvez com nove
Só oito longe de quaisquer enganos
Correta a Poesia se comove
E passa-a fazer parte dos seus planos

            

        

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Estrofe Nona (exemplo)

      

É a estrofe que contém nove versos. Exemplo:
Será que Cristina volta?
Será que fica por lá?
Será que ela não se importa
De bater na porta
Pra me consolar?
Noite e dia me pergunto
Meu assunto é perguntar
Será que Cristina volta?
Sei lá se ela quer voltar…
(Cristina – Chico)
 

        

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Estrofe Simples (exemplo)

    

É aquela formada por versos com o mesmo comprimento, ou Versos Regulares.
Exemplo:
Toda gente-homenageia
Januária na janela
Até-o mar faz maré cheia
Pra chegar mais perto dela
O pessoal desce na-areia
E madruga por aquela
Que malvada se penteia-E
não escuta-a quem apela
(Januária – Chico)
Todos os versos são Redondilhas Maiores.
 

    

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Estrofe Polimétrica (exemplo)

          

É a Estrofe que contém mais que dez versos. Também conhecida pelo nome de 
Estrofe Livre. Exemplo:
Não chore ainda não
Que eu tenho uma razão
Pra você não chorar
Amiga, me perdoa
Se eu insisto à toa
Mas a vida é boa
Para quem cantar
Meu pinho toca forte
Que é pra todo mundo acordar
Não fale da vida
Nem fale da morte
Tem dó da menina 
Não deixa chorar
Olé, olé, olé, olá
Tem samba de sobra
Quem sabe sambar
Que entre na roda
Que mostre o gingado
Mas muito cuidado
Não vale chorar
(Olê Olá – Chico)
 

           

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Estrofe Livre (exemplo)

           

É a Estrofe que contém mais que dez versos. Também conhecida pelo nome de
Estrofe Polimétrica. Exemplo:
Não chore ainda não
Que eu tenho um violão
E nós vamos cantar
Felicidade aqui
Pode passar e ouvir
E se ela for de samba
Há de querer ficar
Seu padre toca o sino
Que é pra todo mundo saber
Que a noite é criança
Que o samba é menino
Que a dor é tão velha
Que pode morrer
Olé, olé, olé, olá
Tem samba de sobra
Quem sabe sambar
Que entre na roda
Que mostre o gingado
Mas muito cuidado
Não vale chorar
(Olê Olá – Chico)
 

           

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