Anáfora (exemplos)
| A Anáfora é um Recurso Sonoro em que o poeta usa da repetição do mesmo |
| vocábulo numa mesma posição em distintos e sucessivos versos. Exemplos: |
| O que será que será? |
| Que vive nas idéias desses amantes |
| Que cantam os poetas mais delirantes |
| Que juram os profetas embriagados |
| ( O Que Será – Chico) |



































cleiton pereira nunes said,
outubro 20, 2009 @ 5:02 pm
muito bom achei tudo que precisa
os autores estao de parabensss
muito obrigado
admin said,
outubro 20, 2009 @ 5:42 pm
Cleiton:
Fico feliz por ter sido útil o bastante à sua busca. Volte sempre que precisar, pois já sabe o caminho.
Grato pelo elogio.
simone e fred said,
junho 3, 2010 @ 9:18 pm
foi muito bom os comentarios ditos me ajudou a tirar boas notas na escola.Muito obrigado pela ajuda.bjos simone e fred
admin said,
junho 4, 2010 @ 6:59 am
Simone e Fred:
No que depender das informações daqui, suas notas escolares só serão boas. Bjos.
Dalton.
layla said,
junho 13, 2010 @ 3:47 pm
boa tarde !
tenho que interpretar o poema ” colar de carolina ” anlizar o plano sonoro e explicar os recursos sonoros e não estou coseuindo fazer por favor ,pode me ajudar?
obrigada
admin said,
junho 13, 2010 @ 7:40 pm
Layla:
Coloque o poema aqui nos comentários que o analisaremos juntos, certo?
Grato pela confiança.
Dalton.
leia said,
junho 25, 2010 @ 5:39 pm
+ uma explicaçãozinha
A remissão anafórica (para trás) realiza-se por meio de pronomes pessoais de 3ª pessoa (retos e oblíquos) e os demais pronomes; também por numerais, advérbios e artigos.
Exemplo: André e Pedro são fanáticos torcedores de futebol. Apesar disso, são diferentes. Este não briga com quem torce para outro time; aquele o faz.
Explicação: O termo isso retoma o predicado são fanáticos torcedores de futebol; este recupera a palavra Pedro; aquele , o termo André; o faz, o predicado briga com quem torce para o outro time – são anafóricos.
A remissão catafórica (para a frente) realiza-se preferencialmente através de pronomes demonstrativos ou indefinidos neutros, ou de nomes genéricos, mas também por meio das demais espécies de pronomes, de advérbios e de numerais. Exemplos:
Exemplo: Qualquer que tivesse sido seu trabalho anterior, ele o abandonara, mudara de profissão e passara pesadamente a ensinar no curso primário: era tudo o que sabíamos dele, o professor, gordo e silencioso, de ombros contraídos.
Explicação: O pronome possessivo seu e o pronome pessoal reto ele antecipam a expressão o professor – são catafóricos
admin said,
junho 26, 2010 @ 8:00 am
leia:
O conteúdo deste site, pela proposta da análise das construções poéticas da MPB, está voltado mais para os significados dos termos pela ótica da Versificação e não da Gramática, que são coisas bem diferentes, posto que temos as respectivas Poesia e Prosa.
Os conflitos entre poetas e gramáticos ocorrem desde o Classicismo, com o surgimento da Folnikéia Grammata, onde o gramático Heródoto pregava terem as letras gregas derivado do Alfabeto Fenício, com a chegada de Cádmo, enquanto os poetas associavam a Versificação às Núpcias de Cádmo e Harmonia, todas descritas por textos em versos e não em prosa.
Tais conflitos entre poetas e gramáticos só ganharam entendimentos mais amigáveis por ocasião do Trovadorismo, mas nunca chegaram a um acordo satisfatório para ambas as partes, haja visto o ocorrido na nossa Semana Literária de 1922, onde tais desentendimentos quase chegaram às vias de fato.
Todavia, os tempos são outros e é sempre bem-vinda a presença de um gramático neste espaço de análises poéticas, portanto sou grato pela visita e pela ilustração.
Dalton.