| Seguindo o post Como fazer Um Verso – Lição 1; segue agora uma forma mais |
| detalhada da menor parte dele. |
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| A Sílaba Poética é a menor parte de qualquer frase pronunciada, falada. Ela |
| não nasce do Texto, que é escrito com as letras do Alfabeto, mas do som que |
| damos às palavras quando falamos. |
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| É assim porque cada idioma, ou língua, tem o seu jeito próprio de pronunciar as |
| palavras. As palavras podem ter sons diferentes dos nossos, serem escritas de |
| outro jeito, mas os sons das línguagens têm uma coisa em comum: As Vogais. |
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| O A, E, I, O, U; da nossa Língua Portuguesa não tem os mesmos sons da |
| Inglesa, mas continuam vogais em qualquer som falado da Terra. |
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| É aí que entra a Sílaba Poética com uma história diferente da sílaba Gramatical. |
| A Poética é o som que vem da boca do povo, e a Gramatical é o estudo de |
| como a Sílaba Poética se divide e se forma. |
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| Para entender as sílabas poéticas não podemos apenas ler calados um texto. |
| Temos de ler em voz alta. Por exemplo, tente ler o texto abaixo em Voz Alta: |
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| - Do que esse cara está falando? |
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| Vai perceber que o som ficou assim: |
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| - Do quesse carestá falando? |
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| Qualquer texto, quando lido em Voz Alta, quer fazer do jeito mais fácil, porque |
| afinal, – Pra que serveo Raciocínio? |
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| Percebe que o Para virou Pra e o Serve + o virou Serveo? De tanto o povão |
| fazer isso quando falava o Para, o Pra virou oficial da gramática. |
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| Colocou vogais perto umas das outras elas se misturam em Sílaba Poética |
| quando estamos conversando naturalmente. Quando apenas lemos um texto |
| somos Estudiosos, quando falamos viramos Poetas. |
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| - Já éramos todos Poetas muito antes de surgirem as letras do Alfabeto, que |
| nasceram de uma fase das escritas chamada Silabismo! É mole? |
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| A Gramática, que veio bem depois da Poesia, só deu nomes às naturais falas |
| do Homem com um monte de Regras, e foram elas que separaram finalmente a |
| Poesia Declamada da Prosa Conversada, tanto é, que a Prosa é sinônimo de |
| Conversa. |
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| A primeira Regra Gramatical que separou as duas foi a seguinte: |
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| - O máximo que uma Linha Poética pode ter é catorze Sílabas Poéticas! |
| - Qualquer coisa abaixo disso é Verso, acima disso é Conversa! |
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| Eu |
| Agora posso achar que estou melhor |
| Sair cantando aqui qualquer mulher |
| Sou poeta o verso é meu |
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| Apenas leia o que escrevi acima e depois use Voz Alta. Veja o que acontece: |
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| Análise Gramatical: |
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| Eu - 1 sílaba |
| A/go/ra/ pos/so a/char/ que/ es/tou/ me/lhor/ - 12 sílabas |
| Sa/ir/ can/tan/do/ a/qui/ qual/quer/ mu/lher/ - 11 sílabas |
| Sou/ po/e/ta/ o/ ver/so/ é/ meu/ - 9 sílabas |
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| Análise Poética |
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| Eu - 1 sílaba |
| A/go/ra/ pos/so-a/char/ que-es/tou/ me/lhor/ - 10 sílabas |
| Sa/ir/ can/tan/do-a/qui/ qual/quer/ mu/lher/ - 10 sílabas |
| Sou/ po/e/ta-o/ ver/so-é/ meu/ - 7 sílabas |
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| A primeira Linha Poética, cujo nome é Verso ficou com uma sílaba tanto na |
| Gramática quanto na Poética. O segundo e o terceiro versos já mudaram de 12 |
| pra 10 e de 11 pra 10, com o último mudando de 9 pra 7. |
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| Essa forma de colocar barra inclinada ( / ) entre as sílabas das palavras é a mais |
| usada para se Escandir um verso, logo, Escandir um verso é o ato de separar, e |
| mostrar, as sílabas poéticas individualmente pela Escansão do verso. |
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| A primeira jogada do Poeta é deixar a coisa meio equilibrada nos comprimentos |
| dos versos, o que a gramática chamou de Métrica, que é o estudo das |
| quantidades das sílabas poéticas de cada verso. |
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| As palavras têm sílabas com sons fortes e fracos, cujos nomes são Sílabas |
| Tônicas e Sílabas Átonas. Normalmente as sílabas poéticas juntam os sons de |
| duas ou mais sílabas átonas. Pode acontecer de juntarem os sons de uma átona |
| seguida de uma tônica. Dificilmente conseguimos fazer o inverso, com a sílaba |
| tônica antes da átona. Exemplos: |
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| É/ o/ que/ a/com/te/ce/ com/ a/ sí/la/ba/ po/é/ti/ca |
| Que/ é/ u/ma/ coi/as/ mais/ fa/la/da |
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| É-o/ que- a/con/te/ce/ co´a/ sí/la/ba/ po/é/ti/ca |
| Que-é-u/ma/ coi/sa/ mais/ fa/la/da |
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| Viu como muda? Mas só é mais possível quando a segunda vogal é O ou U; |
| saindo o som ÉL. |
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| Então, o resumo deste estudo já começa a formar um dicionário. Assim: |
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| Sílaba Poética – É diferente da gramatical por ser mais da fala do que do texto. |
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| Verso – É a Linha Poética onde estão escritas as sílabas poéticas das palavras. |
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| Escandir – O verso é separar e mostrar individualmente as suas sílabas poéticas. |
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| Métrica – É o estudo das quantidades de sílabas poéticas do Verso. |
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| Poesia – Tem no máximo 14 sílabas poéticas. |
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| Prosa – Já vira conversa a partir das 15 naturais sílabas poéticas da fala. |
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| Silabismo – É uma Fase da História das Escritas que veio antes do Alfabeto. |
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| Chamo a atenção para outros dois termos, derivados de Métrica e Escandir, |
| comumente usados no assunto Versos. Embora não sejam sinônimos, já que |
| derivam dos infinitivos Metrificar e Escandir, os respectivos Metrificação e |
| Escansão são tidos como tal. |
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| Segue abaixo alguns endereços, de outras postagens, com maiores detalhes e |
| Exemplos das regras das sílabas poéticas observadas pela Gramática. |
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| Aférese |
| http://mpbsapiens.com/aferese/ |
| Anáfora |
| http://mpbsapiens.com/anafora/ |
| Apócope |
| http://mpbsapiens.com/apocope/ |
| As Sílabas E A Métrica |
| http://mpbsapiens.com/as-silabas-e-a-metrica/ |
| Crase |
| http://mpbsapiens.com/crase/ |
| Diérese |
| http://mpbsapiens.com/dierese/ |
| Elipse |
| http://mpbsapiens.com/elipse |
| Elisão |
| http://mpbsapiens.com/elisao/ |
| Hiato Intervocabular |
| http://mpbsapiens.com/hiato-intervocabular/ |
| Sinalefa |
| http://mpbsapiens.com/sinalefa/ |
| Síncope |
| http://mpbsapiens.com/sincope/ |
| Sinérese |
| http://mpbsapiens.com/sinerese/ |
Edson de Assis said,
setembro 7, 2009 @ 6:40 pm
Parabéns ao criador, e ou, criadores , conteúdo de grande valia para amantes da arte poética, assim como eu; Que apesar de poucos recursos e um ínfimo grau de instruçâo, busco na força da determinaçâo obter conhecimentos para amadurecer meu estado poético . OBRIGADO POR ESTE ESPAÇO .
admin said,
setembro 7, 2009 @ 7:09 pm
Caro Edson:
São leitores como você, que me dão certeza para continuar a um caminho nascido incerto.
A Versificação é apenas a ciência que continua estudando as batidas de um coração, que um dia nos levou a descobrir a Poesia presente em todos nós.
Grato pelo incentivo.
Dalton
José Camilo Lelis said,
novembro 23, 2009 @ 1:45 pm
Caro Dalton suas explicações são ótimas.
gostaria muito de contar com sua colaboração para elucidar algumas dúvidas, por exemplo: quantas silabas poeticas tem a palavra: mais, jamais, sob, magnifico, ritmo.
Agreço muito pela colaboração e espero a resposto pelo meu e-mals ou por este programa
Um abraço
José camilo Lelis
admin said,
novembro 23, 2009 @ 4:34 pm
José Camilo:
MAIS – 1 sílaba. Se as vogais estivessem em posições trocadas você poderia, em sílabas poéticas, ter duas possibilidades de pronúncia:
MIÁS – 1 sílaba com a tonicidade mais forte no A. Ou MI AS – 2 sílabas
JA MAIS – 2 sílabas. Que nem o MAIS com um JA antes.
SOB – Duas possibilidades . Uma só sílaba ou duas sílabas, colocando o som de I após o B So BI.
MAG NÍ FI CO – 4 sílabas. Embora o G seja mudo e permita essa possibilidade de pronúncia, poeticamente, o mais sensato é usar o termo pronunciado em 5 sílabas MA GUI NÍ FI CO.
RIT MO – 2 sílabas, mas à exemplo do ocorrido em MAGNÍFICO, o T mudo aceita um I ao lado formando uma sílaba independente: RI TI MO – 3 sílabas.
Espero tê-lo ajudado. Caso precise de mais informações, volte sempre.
Abraços.
Dalton.
Como eu classifico esse soneto? said,
maio 14, 2010 @ 11:32 am
São demais os perigos dessa vida
Para quem tem paixão, principalmente
Quando uma lua surge de repente
E se deixa no céu, como esquecida
E se ao luar, que atua desvairado
Vem unir-se uma música qualquer
Aí então é preciso ter cuidado
Porque deve andar perto uma mulher
Uma mulher que é feita de música
Luar e sentimento, e que a vida
Não quer, de tão perfeita
Uma mulher que é como a própria lua:
Tão linda que só espalha sofrimento,
Tão cheia de pudor que vive nua.
admin said,
maio 14, 2010 @ 1:04 pm
Como eu classifico esse soneto?:
Sugiro a você consultar a seguinte postagem:
http://mpbsapiens.com/vinicius-e-a-musa/
dheison maia amorin said,
maio 18, 2010 @ 12:28 pm
isso é muito bom pois eu aprende muito lendo esta pagina da web.
admin said,
maio 18, 2010 @ 1:18 pm
dheison:
Obrigado pela gentileza, e volte sempre.
Dalton.
layla said,
maio 30, 2010 @ 2:03 pm
obrigada pela explicação.
consegui melhorar monha nota em literatura e estou muito grata.
admin said,
maio 30, 2010 @ 2:16 pm
Layla:
Fico feliz em tê-la ajudado, pois este espaço é feito para isso mesmo.
Obrigado pela gentileza.
Dalton.
layla said,
maio 30, 2010 @ 3:19 pm
quando tiver a oportunidade fasa a escansão deste soneto
Onda e amor ,onde amor, ando indagando
ao largo vento e a rocha imperativa,
e a tudo me arremesso,nesse quando
amanhece frescor de coisa viva.
As almas,não,as almas vão pairando,
e, esquecendo a lição que já se esquiva,
tornam amor humor ,e vago e brando
o que é de natureza corrosiva.
N’água e na pedra amor deixa gravados
seus hierógliifos e mensagens,suas
verdades mais secretas e mais nuas.
E nem os elementos encantados
sabem do amor que os punge e que é ,pungido,
uma fogueira a arder no dia findo.
admin said,
maio 30, 2010 @ 8:15 pm
Layla:
Vou fazer a primeira Quadra e explicar o que fiz nela. O propósito é que você aprenda a escandir o verso, para que tente a escansão das demais estrofes:
On/da-e-a/mor/ on/de-a/mor/ an/do-in/da/gan/ do
ao/ lar/go/ ven/to-e-a/ ro/cha-im/pe/ra/ti/ va
e-a/ tu/do/ me-ar/re/mes/so/ nes/se/ quan/do
a/ma/nhe/ce/ fres/cor/ de/ coi/sa/ vi/ va
Nessa mesma postagem, a Sílaba Poética e Sua Métrica, eu explico as funções do sinal / e do hífem -.
O poema que você apresentou é um Soneto Italiano que, por regra, apresenta 14 versos Decassílabos Heróicos.
Basta que você preste bastante atenção nas Sílabas Poéticas e tente escandir pelo que supõe. Se, ao final da contagem, que deve se encerrar na última sílaba tônica do verso, o verso apresentar 10 sílabas, você terá possivelmente acertado, já que ninguém, a não ser o poeta que escreveu o poema, pode ter certeza da escansão exata sem tê-lo ouvido em declamação. Assim, só lendo, o máximo que conseguimos é supor.
Para maiores detalhes, veja também:
http://mpbsapiens.com/escandir-escansao/
http://mpbsapiens.com/soneto-e-assim-que-se-faz/
http://mpbsapiens.com/heroico/
Boa sorte e, caso não consiga, me conte que fazemos juntos, certo?
Dalton.
Amanda Meneguete said,
setembro 17, 2010 @ 8:15 pm
Olá Dalton,
Desde já quero parabenizar pelo site, mantenha-se sempre postando pois nós alunos precisamos de sites objetivos e detalhados assim como o seu!
Gostaria que me ajudasse a metrificar este soneto de Camões, hoje tive prova de literatura e tive que metrifica-lo, estou com duvidas se fiz tudo certo. :
Se tomar minha pena em penitência
Do erro em que caiu o pensamento,
Não abranda, mas dobra meu tormento,
A isto, e a mais obriga a paciência.
E se uma cor de morto na aparência,
Um espalhar suspiros vãos ao vento
Em vós não faz, Senhora, movimento,
Fique meu mal em vossa consciência.
E se de qualquer áspera mudança
Toda a vontade isenta Amor castiga
(Como eu vi bem no mal que me condena),
E se em vós não se entende haver vingança,
Será forçado (pois Amor me obriga)
Que eu só de vossa culpa pague a pena.
Obrigado,
Amanda.
admin said,
setembro 18, 2010 @ 7:52 am
Amanda Meneguete:
Fico grato pelo elogio, pois a proposta do site é justamente essa, de atender ao aluno gratuitamente, o que, aliás, deveria ocorrer com qualquer Educação.
Quanto ao poema do Camões, nem preciso escandí-lo para você, quer ver por que?
É uma construção poética de forma fixa conhecida pelo nome de Soneto Italiano, cuja regra exige que todos os versos tenham a Métrica e o Ritmo dos Decassílabos Heróicos, acentuados obrigatoriamente nas sílabas 6 e 10; portanto, se você tentar a escansão, basta observar que essas regras ocorrem em todos os versos para ter a certeza do trabalho bem feito. Faço só o primeiro verso como exemplo:
Se/ to /mar/ mi/ nha/ PE/ na-em/ pe/ ni/TÊN/ cia
Grato pela visita e volte sempre.
Dalton.
Amanda Meneguete said,
setembro 19, 2010 @ 12:09 pm
Nossa com essa dica fica bem mais fácil.
Obrigado pela atenção,
Amanda.
admin said,
setembro 19, 2010 @ 9:38 pm
Amanda:
Grato e volte sempre.
Dalton.
Christian said,
outubro 18, 2010 @ 3:29 pm
Obg pela ajuda estou mto grato:)
jana said,
dezembro 9, 2010 @ 12:41 pm
tava precisando entender o assunto a prof explicou mil vezer eu nao entendi.achei esse site i aprendir rapidinho
Diego Galvao said,
julho 7, 2011 @ 3:15 am
Caro Dalton. Tenho uma duvida:
Sa/ir/ can/tan/do/ a/qui/ qual/quer/ mu/lher/ – 11 síilabas
Sou/ po/e/ta/ o/ ver/so/ é/ meu/ – 9 sílabas
Nao poderia ser assim?
sa/ir/can/tan/doa/qui/qual/quer/mu/lher – 10 silabas
Sou/ po/e/t´o/ ver/s´é/ meu/ – 7 sílabas
E quanto aos fenomenos foneticos na leitura dos versos?.. as juncoes e pausas?
Existe tantas regras (sinerese, dierese, sinalefa,elisao, etc…) as vogais não deveriam ser juntadas nos seus versos acima? ou se escreve versos da forma que o autor desejar?
Fiquei confuso, minha escanção está certa ou errada?
Obrigado, abraco.
Diego Galvao said,
julho 7, 2011 @ 3:25 am
Auto-correção.
Me enganei aqui…. Se tivesse lido ate o final teria entendido que se tratava da analise gramatical nao poetica.
Desculpe a amolação. Por favor, delete meu comentario.
Acho que preciso trocar meus oculos…rs
Abracos. Obrigado.
admin said,
julho 7, 2011 @ 8:53 am
Diego Galvão:
A forma como você escandiu os versos foi correta, como pôde perceber, pois o poeta tem a livre escolha de fundir sílabas gramaticais em poéticas como melhor entender em benefício da Cadência no verso, esta sim, o principal fundamento poético, o que torna a Métrica um elemento secundário de estética.
Não se pode esquecer que o poema, antes de ganhar estas formas de escrita, nasce do som na declamação. Assim sendo, em importância decrescente, teríamos os elementos Cadência – Sonâncias (Rimas) – Métrica – Estrofe.
Para entender melhor as Sílabas Poéticas, bem como os demais elementos da Ciência Poética, sugiro uma pesquisa em Glossário Poético, cujo endereço está no cabeçalho do site.
Quanto aos alunos rebeldes, convivo com eles desde 1972 nas salas de aula. Toda essa rebeldia não é comigo, mas com eles mesmo ao constatarem que deveriam saber mais e não sabem. Às vezes alguns crescem e progridem, outros não.
Quando as famílias Galvão de França, Barros França e Paula Santos vieram para cá nas primeiras expedições colonizadoras de Martim Afonso, talvez, já soubessem que um dia teriam alunos rebeldes.
Grato pela visita, pela elegância e volte sempre.
Dalton de Barros Santos.
Silvio Santos Pereira Lima said,
novembro 24, 2011 @ 7:48 pm
Sou um caminhante e estou a caminho da luz
a luz que falo é a poesia
meus pés estão cansados
mas estão ficando fortes
principalmente quando descanso sobre esses oases
aqui vou beber e comer um coco verde
descançar e me recuperar (fortalecer)
vou me envergar sobre estas liçoes que me faltavam
e seguir para a obra de arte
que está bem do lado mas preciso entrar pela porta mais adiante
uma multidâo incalculável me espera por lá
eu os levarei a liberdade e tudo mais
remédio para suas dores.
Estou caminhando caminhando…
para libertar voce
com o amor imenso e eterno
nosso verdadeiro sentimento.
admin said,
novembro 24, 2011 @ 8:51 pm
Silvio:
Seja bem vindo e espero que se sinta em casa para estudar por aqui. Sugiro que leia algo sobre Estrofação, que pode ser encontrado nos endereços Ciência Poética e Glossário Poético, posicionados nos cabeçalhos das páginas do Sapiens.
Grato pela visita e bons estudos.
Dalton.
vilma said,
dezembro 9, 2011 @ 4:11 pm
boa tarde! vc poderia fazer a escansão desses versos por favor!!
eu te amo, maria, tanto te amo
que o meu peito me dói como em doença
e quanto mais me seja a dor intensa
mais cresce em minha alma teu encanto. obrigada. um abração
admin said,
dezembro 9, 2011 @ 7:37 pm
Vilma:
eu/ te/ a/mo/ ma/RI/a/ tan/to/ TE-A/mo – 6-10
que-o/ meu/ pei/to/ me/ DÓI/ co/mo-em/ do/EN/ça – 6-10
e/ quan/to/ mais/ me/ SE/ja-a/ dor/ in/TEN/sa – 6-10
mais/ cres/ce/ em/ mi/nha/ AL/ma/ teu/ en/CAN/to – 6-10
São Decassílabos Heróicos.
Grato pela confiança e volte sempre.
Dalton.